Quem Somos

Primeiro equipamento cultural da América Latina relacionado à temática, o Museu da Diversidade Sexual foi criado por meio do Decreto 58.075, de 25 de maio de 2012, vinculado à Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo.

De acordo com seu documento de criação, o MDS ou Centro de Cultura, Memória e Estudos da Diversidade Sexual do Estado de São Paulo tem as seguintes atribuições: Garantir a preservação do patrimônio cultural da comunidade LGBT brasileira, através da coleta, organização e disponibilização pública de referenciais materiais e imateriais;

Pesquisar e divulgar o patrimônio histórico e cultural da comunidade LGBT brasileira e, em especial, paulista;
Valorizar a importância da diversidade sexual na construção social, econômica e cultural do Estado de São Paulo e do Brasil;
Publicar e divulgar documentos e depoimentos referentes à memória e à história política, econômica, social e cultural da comunidade LGBT e sua interface com o Estado de São Paulo.

Apesar de representar uma parcela importante da sociedade (pesquisas apontam que 10% se identificam como LGBT), a população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros tem sofrido com a discriminação e violência ao longo do tempo e teve como consequência o cerceamento de seus direitos e a invisibilidade de sua comunidade. Porém, é importante frisar que, historicamente, ela tem influenciado de forma marcante diversas manifestações artístico-culturais, como dança, música, literatura, artes plásticas e teatro, entre outras.

Assim, entendendo seu papel importante e transformador da cultura brasileira, a missão deste espaço governamental é preservar o patrimônio sócio, político e cultural da comunidade LGBT do Brasil por meio da pesquisa, salvaguarda e comunicação de referências materiais e imateriais, com vistas à valorização e visibilidade da diversidade sexual, contribuindo para a educação e promoção da cidadania plena e de uma cultura em direitos humanos.

As atividades culturais, educativas e expositivas do MDS têm foco especialmente nas identidades de gênero, orientações sexuais e expressões de gênero das minorias sexuais para estabelecer um espaço de convivência, manutenção da memória da população LGBT e potencializar estudos acerca da diversidade sexual.

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